<![CDATA[Viagens corporativas mantêm ritmo de crescimento e renovam recorde em 2026]]

<![CDATA[As viagens corporativas seguem promovendo a cadeia do Turismo no Brasil. Em maio, os gastos das empresas com serviços de viagens de negócios alcançaram R$ 17,9 bilhões, o maior faturamento já registrado para o mês e um crescimento de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, o setor acumula quase R$ 85 bilhões nos cinco primeiros meses de 2026, alta de 6,2% sobre igual intervalo um ano antes. Os dados são do Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) em parceria com a Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev).O resultado chama a atenção porque foi alcançado por intermédio de uma base de comparação elevada. Em maio de 2025, o mercado havia avançado 12,7%, um dos melhores desempenhos da série histórica. Ainda assim, o segmento voltou a crescer, provando que a demanda por viagens de negócios permanece resiliente e continua sustentando boa parte da atividade turística nacional.Os indicadores dos principais segmentos da cadeia confirmam esse quadro. A aviação doméstica transportou 8,3 milhões de passageiros em maio, o maior volume da história para o período. Ao mesmo tempo, a tarifa média das passagens subiu 11,2%, passando de R$ 568,90 para R$ 632,50. Na hotelaria, a taxa de ocupação permaneceu praticamente estável, em 63,4%, enquanto a diária média avançou 5,4%, chegando a R$ 451,71. Empresas adaptam estratégias sem reduzir mobilidadeEsses números mostram que a expansão do faturamento tem sido incentivado, cada vez mais, pelo aumento dos preços do que pela expansão do volume de viagens. Para o mercado, isso ressalta a necessidade de aprimorar negociações comerciais, políticas de viagens e estratégias de gestão de despesas, especialmente em um ambiente de custos elevados.Outro fator que exige atenção das empresas é o cenário internacional. Segundo a análise do levantamento, a retomada das tensões no Oriente Médio pressiona o preço do petróleo e, consequentemente

Compartilhe