<![CDATA[A construção de um ambiente de negócios mais moderno, competitivo e sustentável é a pedra fundamental de um Brasil menos desigual. A programação da Semana S celebra essa máxima como princípio norteador que orienta a atuação da família de entidades que compõem o chamado Sistema S: a CNC, as federações e os sindicatos filiados, o Sesc e o Senac. Como parte dessa comemoração, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) sediou o evento Liberdade para Empreender e o Desafio da Produtividade no Brasil.[EXIBIR_GALERIA_DA_NOTICIA]A ocasião reuniu autoridades públicas, líderes empresariais, professores e especialistas para examinar as relações de trabalho, os juros elevados, o excesso de burocracia, a alta e complexa carga tributária, a insegurança jurídica, os serviços públicos ineficientes e as mudanças frequentes nas leis, aspectos que refletem diretamente no setor produtivo e fazem do cenário enfrentado pelo empreendedor brasileiro um dos mais desafiadores do mundo.“É fundamental preservar empresas, empregos e a capacidade de investimento no setor produtivo. Sem diálogo, previsibilidade e segurança jurídica, corremos o risco de ampliar custos, desestimular investimentos e comprometer oportunidades”, afirmou Rubens Medrano, vice-presidente da FecomercioSP e presidente do Conselho de Relações Internacionais da Entidade, em seu discurso de abertura do evento, destinado a discutir os entraves históricos do mercado nacional.“Não pode haver liberdade a menos que haja liberdade econômica”, afirmou a deputada federal Adriana Ventura (Novo/SP), uma das convidadas da Federação, evocando a célebre frase de Margaret Thatcher para defender que as regras precisam considerar as especificidades de cada negócio. Adriana, que além de deputada, é professora de Empreendedorismo na Fundação Getulio Vargas (FGV) e empresária, lembrou que cada atividade econômica tem seu perfil. “Tem as que precisam funcionar sete dias por semana e as que podem abrir só dois dias, não dá para enlatar todo mundo na mesma lei”, protestou.“O empreendedor brasileiro cai e se levanta, mas não desiste. A despeito de todos os entraves e as dificuldades, das crises econômicas e políticas, ele coloca o País no ranking dos dez que mais empreendem no planeta”, destacou a vereadora Chris Monteiro (Novo/SP). “Entre 2021 e o começo deste ano nós já tivemos 900 mil novas empresas abertas na cidade de São Paulo”, comemorou Rodrigo Hayashi Goulart (PSD/SP), se