Leia as reportagens:
Documentos apontam que Amaggi e Durli compraram lenha de autuado por escravidãoPoucas denúncias e difícil acesso travam combate à escravidão no corte de lenha
Amaggi
3 de junho de 2026:
A AMAGGI informa que não comercializa com fornecedores que estejam na Lista Suja do Trabalho Escravo. O produtor rural Tomaz Edilson Filice Chayb teve o nome incluído na referida lista em 2024 e teve o cadastro bloqueado pela AMAGGI.
Cumpre informar, por transparência, que a última comercialização com esse fornecedor foi no ano de 2023, referente a uma fazenda localizada em Santa Cruz do Xingu, que seguiu rigorosamente os trâmites usuais de controle, rastreabilidade e conformidade da AMAGGI, incluindo a regularidade do licenciamento e realização de vistorias técnicas na propriedade, conferência de volumes e documentação no recebimento, sendo que as transações da biomassa adquirida foram realizadas por meio do sistema Sisflora, o que garante sua rastreabilidade, e seu volume e procedência foram homologados junto à SEMA -MT.
Todas essas etapas reforçam a robustez dos mecanismos de controle e rastreabilidade adotados pela AMAGGI. Por fim, a empresa esclarece que não realizou e não realiza aquisições de áreas que incidam em áreas embargadas, Terras Indígenas e Unidades de Conservação de Proteção Integral; e de produtores que constem da Lista Suja do Trabalho Escravo.
11 de junho de 2026
A AMAGGI utiliza biomassa no processo de secagem dos grãos. Os fornecedores de biomassa da AMAGGI passam por rigorosa avaliação socioambiental, sendo obrigatória a apresentação de documentos como Cadastro Ambiental Rural (CAR), Autorização Provisória de Funcionamento (APF), Certificado de Regularidade do CTF (Cadastro Técnico Federal) do IBAMA e licenças e autorizações dos órgãos ambientais competentes. Passam ainda por verificação de conformidade legal.
Uma vez aprovado o fornecedor e realizada a aquisição da biomassa, é obrigatória a apresentação de documentos de controle de origem no momento de entrega do material à AMAGGI. A AMAGGI adota procedimento robusto de monitoramento sobre a origem do insumo adquirido, que inclui: documentos que atestem a legalidade e a origem da biomassa, sendo verificada a conformidade com as legislações ambientais e florestais vigentes; vistorias in loco dos fornecedores para verificação de condições de trabalho, infraestrutura, entre outros quesitos; e rastreabilidade, por meio de sistemas de controle como o Sisf