Leia a resposta completa enviada pela empresa Ciclus Amazônia para a matéria “Projeto de ‘lixão’ na Grande Belém gera temor de contaminação de rios da Amazônia”
“Desde abril de 2024, a Ciclus Amazônia iniciou a operação e a gestão integrada dos resíduos sólidos urbanos em Belém. Atualmente, a empresa coleta, em média, 2.000 toneladas de resíduos por dia, incluindo resíduos domiciliares, entulho, recicláveis e resíduos de serviços de saúde. Todo esse volume é gerenciado por uma estrutura operacional robusta, composta por cerca de 2.500 colaboradores e 290 equipamentos dedicados.
O escopo de atuação da Concessionária abrange o transporte e a destinação ambientalmente adequados dos resíduos sólidos, além dos serviços de limpeza urbana, tais como varrição, capina, roçagem e raspagem. Além da execução dos serviços, o contrato de concessão também prevê investimentos como a implantação de ecopontos, de Locais de Entrega Voluntária (LEVs), de Estações de Transferência de Resíduos (ETRs), de uma Central de Tratamento de Resíduos (CTR), além da remediação do Aterro Controlado do Aurá e da inserção sustentável de cooperativas de catadores de materiais recicláveis.
A empresa iniciou suas atividades em meio à reconhecida “Crise do Lixo” enfrentada pelo município de Belém nos anos de 2023 e 2024. Desde o início da operação, foi perceptível a mudança no cenário da limpeza urbana e da gestão de resíduos na capital paraense. Pesquisa de opinião aponta que 75% dos entrevistados consideraram que os serviços melhoraram após o início das atividades da Ciclus Amazônia, enquanto cerca de 70% observaram avanços nos equipamentos, caminhões e uniformes utilizados pelas equipes.
Reafirmando seu compromisso com o bem-estar das comunidades e com a promoção de uma cidade mais limpa e sustentável, a Ciclus Amazônia prevê a implantação de uma Central de Tratamento de Resíduos (CTR) no município do Acará, como solução estruturante para a Região Metropolitana de Belém e alternativa técnica e ambientalmente adequada ao Aterro Sanitário de Marituba.
O processo de licenciamento ambiental do empreendimento é conduzido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) e conta com a participação efetiva do Tribunal de Justiça do Estado do Pará e do Ministério Público do Estado do Pará, no âmbito do acompanhamento institucional do processo.
As equipes técnicas do Tribunal de Justiça e do Ministério Público já se manifestaram favoravelmente a