Leia o posicionamento completo da empresa referente à reportagem “Medo de contaminação de rio por mineradora volta a assombrar indígenas no AM, 40 anos após primeiras denúncias”.
Posicionamento
A Mineração Taboca esclarece que atendeu integralmente às informações solicitadas pelo Ministério Público Federal (MPF), em 2021, em relação à turbidez da água de rios na região do complexo industrial de Pitinga, em Presidente Figueiredo (AM). À época, análises técnicas, a partir de vistorias em campo, conduzidas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) concluíram que os eventos decorreram exclusivamente de chuvas intensas e atípicas que atingiram a região, não havendo relação com as atividades da empresa. Com base nessas conclusões, o Inquérito Civil nº 1.13.000.001050/2021-33 foi encerrado, tendo seu arquivamento homologado pela Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, equacionando a questão.
Em relação à retomada do Inquérito Civil nº 1.13.000.001053/2021-77, a companhia permanece à disposição das autoridades e reforça que, até o momento, não há evidências que indiquem nexo de causalidade com suas operações. A empresa ressalta ainda que o relatório de análises químicas elaborado pela Aqua Viridi apresenta lacunas metodológicas que comprometem a reprodutibilidade de informações, além de inconsistências técnicas, o que demanda aprofundamento para conclusão definitiva.
Sobre relatos recentes de comunidades indígenas quanto a alterações em corpos hídricos, a empresa destaca que o tema já foi analisado anteriormente pelas autoridades competentes, que expressamente afastaram a existência de relação com suas atividades. Os novos relatos são objeto de estudos que demandam aprofundamento e continuidade de análise técnica, diante da existência de inconsistências entre os dados primários que não permitem uma conclusão assertiva.
A Mineração Taboca mantém, há anos, uma relação estruturada de diálogo, respeito e cooperação com a Associação Comunidade Waimiri Atroari (ACWA), incluindo convênios voluntários para apoio a projetos indicados pela própria Associação, além do cumprimento integral dos compromissos assumidos em Termo de Acordo firmado com o MPF em 2019.
Cabe ressaltar que a operação da Mina do Pitinga é polimetálica, com extração de cassiterita e columbita, sendo os demais materiais destinados em conformidade com a legislação ambiental vigente. Além disso, a empresa mantém monitor