<![CDATA[Turismo tem faturamento recorde no mês do carnaval, mas falta de mão de obra preocupa]]

<![CDATA[O Turismo brasileiro registrou mais um faturamento recorde para o mês de fevereiro, com movimentação de R$ 22,3 bilhões em pleno período de carnaval, um crescimento de 6,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Com esse resultado, encerra-se a alta temporada de verão (de dezembro a fevereiro), com R$ 75,7 bilhões de faturamento, alta de 3,7% no comparativo anual.O resultado do levantamento mensal da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações do IBGE sobre os principais segmentos do setor, aponta o bom momento das atividades, sustentadas pelo consumo das famílias e pelo mercado de trabalho aquecido. Apesar do cenário positivo, o ambiente de negócios demanda cautela. A alta recente nos combustíveis já pressiona os custos do transporte rodoviário e deve repercutir também no transporte aéreo nos próximos meses. Além disso, a dificuldade de contratação em alguns segmentos segue elevando os custos operacionais.Esses fatores podem reduzir margens e exigem mais atenção na gestão financeira das empresas do setor.Hospedagem e transporte lideram crescimentoO segmento de alojamento foi o principal destaque de fevereiro, com faturamento de R$ 5,65 bilhões e crescimento de 14%, o maior já registrado. Embora parte desse avanço esteja associada ao efeito calendário — já que, em 2025, o carnaval ocorreu em março —, os indicadores mostram um mercado consistente, com aumento da diária média e da receita por quarto disponível.O transporte aéreo também teve papel importante, com R$ 6,4 bilhões em faturamento (alta de 6,9%). O crescimento foi puxado pelo aumento da demanda, com mais passageiros viajando, mesmo com tarifas praticamente estáveis. Alimentação e serviços sustentam a atividadeOutros segmentos importantes do Turismo acompanharam o desempenho positivo.O setor de bares e restaurantes faturou R$ 3,2 bilhões, alta de 6,4%, refletindo tanto a demanda aquecida quanto o aumento de custos, especialmente pela escassez de mão de obra. Na locação de veículos, o faturamento chegou a R$ 2,7 bil

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