<![CDATA[Incertezas nos EUA devem valorizar o dólar e manter juros altos pelo mundo]]

<![CDATA[Dólar mais forte frente ao real. Juros elevados em vários mercados globais. Mais tempo de combustíveis pressionados, tarifas de importação mais altas e, não tão menos importante, incertezas bélicas. É esse o contexto da economia do mundo hoje – e, provavelmente, do futuro de médio prazo. Cálculos do Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política, da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), mostram que os players importantes para o Brasil subiram as tarifas de importação de 2025 para cá. Nos EUA, essa variação foi de 7,5 pontos porcentuais (p.p), saindo de 2,5%, em média, para 10%. Na China, a alta foi de 14,3 p.p: de 20,7% para 35%. Os dados estão na Carta de Conjuntura do conselho. Acesse aqui!  As incertezas repercutem nas previsões de crescimento econômico do mundo: o FMI estima que, em 2026, o planeta cresça 3%. A taxa era de 3,1% em abril.  A Carta de Conjuntura do CSESP também analisa dados da economia do País: o varejo segue crescendo acima da média, enquanto a indústria retrai mês a mês – apesar da previsão de alta entre 1,5% e 2% neste ano. A inflação, por sua vez, preocupa: a proximidade do El Niño vai elevar os custos dos alimentos daqui alguns meses, embora o IPCA sinta os impactos com mais força apenas no começo de 2027.  O documento ainda traz insights sobre a indústria automobilística brasileira e um diagnóstico pessimista sobre a China.Acesse:Carta de Conjuntura ]]

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