<![CDATA[FecomercioSP, Seinesp e Sindilojas-SP defendem protagonismo de São Paulo para discutir temas relevantes da economia digital]]

<![CDATA[Com 80% da capacidade nacional instalada, o Estado de São Paulo reúne os principais polos de datacenters do País e se consolida como centro estratégico da economia digital. Por isso, representantes da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), do Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo (Sindilojas-SP) e do Sindicato das Empresas de Internet do Estado de São Paulo (Seinesp) se reuniram, na última terça-feira (11), com o deputado Mauro Bragato (PSDB/SP), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informação da Assembleia Legislativa do Estado (Alesp), para discutir os desdobramentos da Medida Provisória (MP) 1.318/2025, que institui o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata).O encontro teve como objetivo apresentar o pleito das entidades para propor que o Estado lidere o debate nacional sobre o tema, sugerindo a criação de um Grupo de Trabalho Estadual sobre Infraestrutura Digital e Datacenters. A iniciativa busca integrar o Legislativo paulista, o setor produtivo e o meio acadêmico na formulação de políticas públicas que ampliem o desenvolvimento tecnológico e a competitividade, bem como reforcem a segurança digital paulista.Estrutura e liderançaPara o presidente do Seinesp, José Janone Júnior, o Estado já dispõe de infraestrutura e capital humano suficientes para conduzir essa agenda. “São Paulo tem energia, conectividade e mão de obra altamente qualificada. Aqui, estão cerca de 80% das grandes empresas de internet do País”, destacou. Ele lembrou que a concentração de datacenters decorre dos próprios desenvolvimentos econômico e tecnológico paulistas, que oferecem condições ideais para empresas de comércio eletrônico e inovação digital.Já o presidente do Sindilojas-SP, Aldo Macri, reforçou que o avanço do setor também fortalece o varejo, especialmente diante do crescimento do comércio eletrônico e da competição com plataformas internacionais. “O comércio paulista sofre com a concorrência de sites estrangeiros, que não geram empregos nem arrecadação local. Investir em infraestrutura digital é fundamental para manter as empresas competitivas e integradas ao novo ambiente econômico”, observou.Competitividade e incentivosDurante o diálogo, os representantes advertiram para a necessidade de São Paulo reagir ao movimento de outros países e regiões que ofereçam benefícios para atrair investimentos no setor. “Enquanto Paraguai, Uruguai e Chile&

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