<![CDATA[FecomercioSP recebe embaixador de Singapura para discutir comércio exterior e oportunidades para PMEs]]

<![CDATA[A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), recebeu a visita institucional do embaixador não residente de Singapura no Brasil, Goi Seng Hui, em encontro voltado para o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países e a ampliação de oportunidades de negócios para empresas brasileiras, especialmente as Pequenas e Médias Empresas (PMEs).Durante a reunião, o embaixador e representantes da embaixada destacaram o interesse crescente de empresas de Singapura no mercado brasileiro. Um dos exemplos apresentados foi o de uma empresa de tecnologia, que planeja abrir escritório no Brasil para estabelecer presença local e oferecer soluções de telecomunicações a negócios nacionais. A iniciativa está em fase de prospecção e conta com o apoio da Embaixada de Singapura.Outro tema debatido foi o avanço do acordo de livre-comércio entre Mercosul e Singapura (FTA). Após a assinatura do tratado, representantes do governo de Singapura deverão vir ao Brasil para realizar uma série de encontros institucionais e aproximação com o mercado, incluindo uma visita à Federação. A FecomercioSP apresentou, ainda, projetos destinados ao apoio de PMEs brasileiras na inserção no comércio exterior, reforçando a importância de aproximações estratégicas, networking e geração de oportunidades internacionais. O embaixador ressaltou que a balança comercial entre Brasil e Singapura é superavitária para o lado brasileiro. Singapura importa grande volume de alimentos do mundo todo, tanto para consumo interno quanto para atuação como hub internacional de negócios e distribuição regional. Dentre os produtos brasileiros com potencial de ampliação das exportações para o país asiático, destacam-se o mel, o açaí e o arroz.O cenário geopolítico internacional também entrou na pauta da reunião. Segundo Rubens Medrano, presidente do Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP, o conflito envolvendo o Irã não afeta somente preços

Compartilhe