<![CDATA[Emprega Turismo busca ampliar contratações e enfrentar escassez de mão de obra]]

<![CDATA[A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) avançou na articulação com o governo federal em torno de medidas para lidar com um dos principais gargalos do Turismo: a falta de mão de obra. Em reunião com o secretário nacional de Políticas de Turismo, Augusto Rocha, a Entidade apresentou pautas prioritárias do setor e entregou novos subsídios técnicos ao Projeto de Lei (PL) 1.599/2025, o Emprega Turismo, além de estudo econômico e da Carta Setorial do Turismo.Idealizado pela FecomercioSP, o Emprega Turismo busca aproximar empresas com dificuldades para contratar de beneficiários do Bolsa Família que possam ingressar no mercado formal. A proposta prevê incentivos à contratação desse público, com período de transição do benefício assistencial e redução temporária dos encargos previdenciários patronais.Para Guilherme Dietze, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, a proposta oferece uma resposta simultânea à escassez de profissionais e ao desafio da inclusão produtiva. “O Emprega Turismo cria uma ponte entre quem precisa de uma oportunidade no mercado formal e empresas que hoje tenham dificuldade para preencher vagas. Além da inclusão produtiva, mostramos tecnicamente que a formalização amplia a base de contribuintes e pode gerar nova receita para a Previdência”, afirmou.A articulação ocorre enquanto o projeto tramita na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados, sob relatoria da deputada federal Silvia Cristina (PP/RO).O encontro também abriu espaço para apresentar ao Ministério do Turismo dados e análises sobre o desempenho do setor e discutir caminhos para ampliar emprego, qualificação e competitividade.“O diálogo com o setor produtivo é fundamental para aperfeiçoar políticas capazes de ampliar as oportunidades de trabalho e fortalecer o Turismo. Iniciativas que aproximem inclusão produtiva e as necessidades das empresas merecem ser analisadas com atenção”, afirmou o secretário naciona

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