<![CDATA[Copa 2026: ‘onda verde e amarela’ nos negócios exige cautela para não virar multa]]

<![CDATA[Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, o clima de euforia começa a tomar conta dos torcedores e, naturalmente, do Comércio. É a hora de pensar em promoções, campanhas especiais e decoração temática para atrair clientes. No entanto, a empolgação precisa vir acompanhada de uma boa dose de atenção. A experiência da Copa de 2022 no Qatar mostrou que a fiscalização sobre o uso indevido de marcas e símbolos do evento foi dura, rápida e implacável, especialmente na internet.Confira a seguir um guia rápido elaborado pelos especialistas da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), para as empresas não cometerem um “pênalti jurídico” caro. O objetivo é aproveitar o momento sem infringir regras.A Federação Internacional de Futebol (Fifa) detém os direitos exclusivos sobre tudo relacionado à Copa. Usar esses elementos para fins comerciais, sem ser patrocinador oficial, é passível de notificação, remoção de conteúdo e processos.NÃO PODEUsar o nome oficial do evento (“Fifa World Cup 2026”), expressões (“Copa do Mundo 2026”, “Mundial 2026”, “World Cup”) ou hashtags oficiais em promoções.Utilizar emblemas, mascote, slogans, a imagem do troféu ou qualquer elemento visual oficial do torneio.Criar campanhas de “emboscada”, quando uma empresa tenta associar seus produtos a um evento popular. Cuidado com frases como “Promoção especial da Copa”, “Sorteio da Copa 2026” ou “Rumo ao Hexa 2026”. Isso tenta criar uma associação indevida com o evento e é combatido com rigor.Vender produtos com símbolos da Fifa ou estampas que imitem o trade dress (aparência característica) da camisa da Seleção sem licença. Atenção: a venda de produtos falsificados ou não licenciados é crime!Atenção redobrada no digitalA grande novidade (e risco) para 2026 é o cenário digital globalizado. A Copa será nos Estados Unidos, no Canadá e no México, mas a fiscalização n&atild

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