<![CDATA[A implementação do novo Sistema de Logística Reversa (SLR) de embalagens plásticas, instituído pelo Decreto 12.688/2025, tem mobilizado o setor produtivo diante dos entraves operacionais e regulatórios que recaem sobre empresas do Comércio. Para aprofundar o diálogo, esclarecer dúvidas e apresentar contribuições do empresariado, o Conselho de Sustentabilidade da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) reuniu-se com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em 11 de fevereiro.O encontro teve como objetivo discutir os pontos sensíveis do decreto, que estabelece metas de recuperação e regras para a destinação de embalagens plásticas e itens equiparáveis em todo o território nacional. Participaram da reunião o diretor do departamento de Gestão de Resíduos do MMA, Eduardo Rocha, e a coordenadora-geral de Logística Reversa, Caroline Alvarenga.A agenda com o governo foi construída a partir da reunião técnica do Conselho de Sustentabilidade, a qual levantou as principais dúvidas e preocupações de empresas e sindicatos filiados em relação às novas obrigações previstas no Decreto 12.688/2025, que instituiu o SLR de embalagens plásticas e itens equiparáveis, estabelecendo metas nacionais de recuperação, exigências de conteúdo reciclado e regras de participação em sistema coletivo ou individual.O que muda para empresas do ComércioUm dos temas centrais abordados foi a forma de cumprimento das metas de recuperação de embalagens plásticas, no caso de comerciantes com marcas próprias ou empresas importadoras. O MMA esclareceu que os porcentuais são calculados nacionalmente, o que significa que mesmo empresas com atuação restrita a uma região, como o Sudeste, deverão contribuir para o cumprimento das metas mínimas também nas demais regiões do País, em razão do alcance nacional da distribuição de produtos.Durante a conversa, o ministério ressaltou a importância da adesão a sistemas coletivos de logística reversa. Nesse mode