<![CDATA[Carta de Conjuntura: economia chegará deteriorada ao fim desse ano]]

<![CDATA[Em um cenário de indústria em queda livre, mercado de trabalho perdendo fôlego, empresas pedindo recuperação judicial, desequilíbrio fiscal e os juros mais altos do que se esperava, a economia brasileira está desacelerando – e assim ficará até o fim do ano – do que se esperava nesse momento. A análise é do Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política (CSESP) da FecomercioSP. A Carta de Conjuntura de abril do conselho, com essa análise, está disponível na íntegra aqui.Em primeiro lugar, a indústria está em retração. Caiu 0,7% em fevereiro e, com isso, acumula uma alta tímida de 0,3% no cômputo anual. A confiança do empresariado do setor, por causa disso, está mais baixa. Mas o ponto mais sensível é que o mercado de trabalho, que estava garantindo a elevação da renda e o ritmo do consumo das famílias brasileiras, começou a perder força. Segundo dados do Caged, foram 1,02 milhão de vagas geradas até fevereiro deste ano, contra 1,78 milhão até o mesmo mês de 2025. “O nível de atividade permanece em desaceleração, ao mesmo tempo em que as expectativas de inflação vão se deteriorando e impondo dificuldades a uma redução mais significativa dos juros. O ano vai ficando mais difícil”, analisa Antonio Lanzana, presidente do CSESP. A Carta de Conjuntura ainda discute os impactos econômicos nos EUA da guerra no Irã, especialmente no mercado do petróleo. Acesse:Carta de Conjuntura do CSESP]]

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