<![CDATA[Brasil e Chile ampliam diálogo para fortalecer comércio e investimentos bilaterais ]]

<![CDATA[A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) recebeu Sebastián Depolo, o embaixador do Chile no Brasil para uma reunião com Rubens Medrano, presidente do Conselho de Relações Internacionais (CRI) da Entidade. O encontro teve como objetivo fortalecer a aproximação institucional e ampliar as oportunidades de comércio e investimentos entre os dois países.O comércio bilateral entre Brasil e Chile movimenta mais de US$ 13 bilhões de dólares por ano, com potencial de expansão em diversos setores. “Cerca de 75% do PIB chileno vem do comércio exterior”, justificou o diplomata, lembrando que os portfólios de ambos os países se complementam em vez de competir. “No Turismo, que vem batendo recordes sucessivos com 800 mil visitantes por ano, nós oferecemos a neve”, exemplificou.Além de Depolo, estiveram presentes Hugo Corales, adido comercial do Chile no Brasil, e Álvaro Camargo Jr., respectivamente diretor e trade manager do ProChile, representando o país andino, além de Natália Tafarello, Douglas Dias e Pedro Silveira, pela FecomercioSP. Durante a reunião, foram discutidas iniciativas de intensificação do intercâmbio empresarial, de identificação de setores estratégicos e de estímulo à integração produtiva. A agenda também destacou a importância do diálogo permanente entre entidades representativas e organismos de promoção comercial para criar um ambiente mais favorável aos negócios bilaterais.No campo econômico, os números mostram a relevância da parceria. De acordo com dados apresentados pelo ProChile, o intercâmbio comercial entre Chile e Brasil somou US$ 11 bilhões em 2021, US$ 14,5 bilhões em 2022 e US$ 13,1 bilhões, em 2023, patamar que conserva o Brasil como um dos principais parceiros comerciais do país andino. As exportações chilenas ao mercado brasileiro se mantêm na casa dos US$ 4 bilhões, enquanto as importações provenientes do Brasil variaram entre US$ 7 bilhões e US$ 9 bilhões no período. Os dados reforçam o peso estratégico da relaç&atild

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