<![CDATA[Crime organizado amplia riscos e põe segurança no radar do Turismo]]

<![CDATA[A expansão do crime organizado sobre atividades econômicas já representa um risco para o Turismo. Extorsões, lavagem de dinheiro, interferência na prestação de serviços e crimes contra visitantes aumentam custos às empresas e podem comprometer a imagem dos destinos brasileiros, justamente em um momento de crescimento da entrada de turistas estrangeiros no País.O tema foi debatido em reunião do Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que vai levar ao Poder Público propostas para reforçar o monitoramento, ampliar o uso de inteligência e tecnologia e combater os fluxos financeiros das organizações criminosas.“Precisamos estar atentos à questão do crime organizado, não somente pelos empresários, mas também pelas consequências aos consumidores”, afirmou o presidente do conselho, Guilherme Dietze. Dentre os casos discutidos, destaques para a imposição de preços a trabalhadores informais, o uso de estabelecimentos para lavagem de dinheiro, a cobrança por serviços de segurança e a interferência na contratação de mão de obra para grandes eventos.Antônio Batista, advogado criminalista, destaca que "o crime organizado opera de modo digital"Avanço sobre a economiaAntônio Gonçalves Batista, advogado criminalista e especialista em segurança pública, chamou a atenção para a dimensão alcançada pelas organizações criminosas. “O Brasil tem, hoje, quase uma centena de facções, algumas com atuação em grande parte do território nacional”, disse.Segundo Batista, esse avanço ocorre em velocidade superior à modernização da estrutura estatal. Falta de efetivo policial, dificuldades de investigação e investimentos insuficientes em tecnologia limitam a prevenção e a elucidação dos delitos. “O crime organizado opera de modo digital, ao passo que o Estado democrático de direito brasileiro opera de modo analógico”, resumiu.Para o Turismo, o impacto é direto. Furtos e roubos estão entre as ocorr&eci

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