Íntegra das respostas enviadas para reportagens sobre flagrante de trabalho escravo em fazenda de algodão no MT

Leia as matérias completas: “Doador milionário da campanha de Bolsonaro é autuado por trabalho escravo no MT” e “Fazenda com trabalho escravo tem selo de boas práticas e elo com grifes de luxo“

GRUPO CERVI

O Grupo Cervi agradece a oportunidade de prestar esclarecimentos. Temos confiança na regularidade de nossos procedimentos e reafirmamos nosso compromisso com o cumprimento da legislação e das melhores práticas. As informações e esclarecimentos serão oportunamente apresentados.

BUNGE E VITERRA

A Bunge recebeu a informação do Grupo Cervi de que uma de suas fazendas teria sido alvo de fiscalização do Ministério do Trabalho, pela suposta submissão de trabalhadores a condições degradantes. 

A fazenda em questão possui certificação Roundtable on Responsible Soy (RTRS) há mais de 3 anos e é regularmente auditada por terceira parte independente. Além disso, a Bunge solicitou esclarecimentos e informações adicionais ao produtor e seus assessores jurídicos e segue acompanhando o caso de perto – até o momento, não há qualquer conclusão sobre a apuração. 

A Bunge não tolera quaisquer violações legais e que estejam em desacordo com suas políticas e procedimentos, mantendo mecanismos de monitoramento voltados à promoção de práticas responsáveis.

Além disso, seu Código de Conduta de Fornecedores comunica as expectativas da Bunge e orienta seus fornecedores a adotarem melhores práticas e a atuarem de acordo com os mais elevados padrões de ética e integridade, incluindo a proibição de qualquer forma de trabalho forçado ou de condições degradantes, em linha com os princípios e padrões internacionais refletidos na Política de Direitos Humanos da Bunge.

Até que haja conclusão sobre a apuração, a Bunge seguirá acompanhando o caso com a devida diligência, reafirmando seu compromisso de respeito aos direitos humanos, ética, integridade e sustentabilidade.

ADIDAS

adidas takes such allegations very seriously and is committed to respecting human rights throughout its value chain. Therefore, we immediately investigated the allegations and contacted our supplier Maral Overseas (“Maral”) to trace the cotton used in adidas products.

Based on the sourcing and production records, we can hereby confirm that the supplier did not use any cotton imported from Brazil for adidas products. Consequently, there is no connection whatsoever between the case described and adidas.

1) Reporter Brasil: Is Adidas a

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