<![CDATA[Setor produtivo cobra aprovação de regime de datacenters]]

<![CDATA[O movimento pela aprovação do Redata ganhou força política em Brasília e consolidou uma ampla aliança entre Congresso, governo e setor produtivo em torno de uma agenda considerada decisiva para o futuro digital do País. Liderado pela Coalizão das Frentes Produtivas, o manifesto pela aprovação do Redata e pelo futuro digital do Brasil pressiona o Senado a votar o Projeto de Lei (PL) 278/2026, apontado como fundamental para destravar a atração de investimentos bilionários em datacenters, Inteligência Artificial (IA) e infraestrutura tecnológica.Com participação ativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e do seu Conselho de Economia Digital e Inovação, a articulação reúne mais de 30 entidades empresariais e diferentes frentes parlamentares em defesa de um ambiente regulatório moderno e competitivo, capaz de posicionar o Brasil como um dos protagonistas da nova economia digital.Segundo o documento, o setor global de datacenters deve receber cerca de US$ 3 trilhões em investimentos nos próximos anos, enquanto o Brasil pode atrair entre R$ 60 bilhões e R$ 100 bilhões em quatro anos, caso consiga criar condições competitivas para novos projetos.Além da atração de capital estrangeiro, os defensores do Redata argumentam que a expansão dos datacenters pode impulsionar mais empregos, ampliar a capacidade nacional de processamento de dados, fortalecer as cadeias produtivas de tecnologia e acelerar o desenvolvimento da IA no País.O momento de decidir é agoraO almoço-debate Redata pelo Futuro Digital do Brasil, realizado na capital federal, simbolizou o avanço dessa articulação. O encontro reuniu parlamentares, representantes do governo federal, especialistas e lideranças empresariais para discutir os próximos passos da agenda digital brasileira.Presente no evento, o presidente em exercício da FecomercioSP, Ivo Dall’Acqua Júnior, ressaltou que o debate representa uma mudança de postura do Brasil frente à economia digital global. “Esse movimento é um despertar para a busca de um protagonismo que abrimos mão nos anos 1980, quando fechamos o mercado. Então, a gente precisa se abrir para o mundo para o mundo chegar até aqui.”O dirigente também afirmou que a mobilização já começa a produzir resultados concretos no Congresso Nacional. “Hoje, o dia é simbólico, porque celebramos o fato de essa caminhada estar apresentando os primeiros resultados. Saio daqui torcendo para que o Senado cumpra a sua parte também,

Compartilhe