<![CDATA[Sincovaga recebe lideranças do varejo da capital para discutir desafios regulatórios e econômicos do setor]]

<![CDATA[O Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga) sediou, no dia 10 de março, em São Paulo, a primeira reunião de 2026 da Câmara Regional da Capital do Conselho do Comércio Varejista (CCV), órgão da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O encontro reuniu lideranças empresarias do varejo para discutir temas estratégicos para o setor, como propostas de mudanças na jornada de trabalho, decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e desafios econômicos enfrentados pelas empresas.  A reunião, realizada no dia 10 de março, teve como anfitrião o presidente do Sincomercio ABC, Álvaro Furtado, e contou com a participação do presidente do CCV e do Sincomercio Araraquara, Antonio Deliza Neto, do assessor jurídico Paulo Igor Alves de Souza e da assessora Kelly Carvalho, ambos também da FecomercioSP.  Também estiveram presentes representantes de outros oito sindicatos patronais pertencentes à Câmara Regional Capital. Na abertura do encontro, Deliza Neto destacou a importância da articulação entre as entidades representativas do comércio diante de debates regulatórios e legislativos que podem afetar diretamente o funcionamento das empresas. Segundo ele, a atuação coordenada entre sindicatos e federações fortalece o diálogo com o poder público e o Congresso Nacional. Entre os temas prioritários, o dirigente citou as discussões sobre mudanças na jornada de trabalho, especialmente propostas relacionadas ao modelo de escala 6×1. Para Deliza Neto, o setor precisa acompanhar de perto essas discussões e manter diálogo constante com parlamentares para defender os interesses do comércio. O presidente do Sincovaga, Álvaro Furtado, também ressaltou o papel estratégico das entidades sindicais na representação do varejo. Segundo ele, organizações que representam segmentos específicos do comércio têm responsabilidade relevante na interlocução com os centros de decisão política, especialmente em momentos de debate sobre mudanças estruturais nas relações de trabalho. Furtado alertou ainda que eventuais alterações na jornada precisam ser analisadas com cautela, sobretudo pelos impactos sobre pequenas e médias empresas, que representam grande parte do comércio varejista. De acordo com ele, mudanças feitas sem amplo debate podem gerar aumento de custos e dificuldades operacionais para milhares de negócios. Impactos da redução da jornadaDurante

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