Na CPI do Crime Organizado, o jornalista investigativo Bruno Paes Manso, pesquisador da USP, explicou na quarta-feira (26) como o avanço tecnológico e o acesso ao mercado global impulsionaram o crime organizado. Criptomoedas, casas de apostas e conectividade via satélite são usadas por facções para lavar dinheiro e se comunicar em áreas remotas. Ele defendeu articulação nacional para enfrentar o novo cenário, marcado pela atuação interestadual e internacional das organizações criminosas.